Diminuir a fonteAumentar a fonte 25/01/2009
Breves e soltas no dia 25/01/2009
por Cezar Andrade Marques de Azevedo

www.cezar.azevedo.nom.br

LIDANDO COM ADOLESCENTE COM SABEDORIA

“Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.” (Gl 6:7,8)

Nada é mais prejudicial ao ser humano que a perca da conexão dos eventos. O senso de irresponsabilidade que tem impregnado a sabedoria popular leva o indivíduo a pensar que ele pode tudo e que suas atitudes não são a causa de seus problemas. Para um grande número de pessoas a felicidade consiste em lançar a culpa no outro, maximizando assim o complexo do jardim do Éden. Naquele dia fatídico a mulher comeu do fruto proibido por sugestão da serpente e o homem comeu por sugestão da mulher. Quando Deus cobrou responsabilidade o homem culpou a mulher e ela, por sua vez, culpou a serpente. Desde então ninguém quer assumir responsabilidades por seus atos, prefere lançar a culpa sobre qualquer um, desde que se veja livre do problema.

Para ilustrar o que estou dizendo, vejamos como funciona a mente de um adolescente. Ele faz algo errado tal como quebrar a janela do vizinho com uma pedra. Seu ato é descoberto, assim seu pai opta por disciplina-lo: terá que lavar a louça em casa por um mês para compensar o prejuízo que deu ao pai. De duas uma, ou o adolescente vai se recusar terminantemente a lavar a louça ou então o fará com má vontade, acusando seu pai de não o amar, de ser duro e inoportuno. Façamos uma pergunta básica: por que o adolescente recebeu a disciplina? Por ter quebrado a janela, se não nenhuma disciplina seria aplicada. Quem é o culpado então? O pai ou o filho? Para o filho será sempre o pai porque ele fez uma desconexão entre sua atitude de quebrar a janela e a disciplina que recebeu. Ao fazer um corte na história, ele começa contando do momento que recebeu a disciplina em diante, como se seu pai tivesse provocado toda a situação.

É preciso disciplinar o adolescente, contudo muito mais importante é fazer ele compreender a conexão entre sua atitude e a disciplina, demonstrando que o que foi semeado na carne (na desobediência) provoca sofrimento (disciplina), contudo quando se semeia no espírito (na obediência) se tem alegria (confiança do pai para fazer o que quer). Se falharmos em demonstrar esta conexão o adolescente nunca compreenderá a razão de sua disciplina, vendo seus pais como algozes de sua felicidade. 

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