Diminuir a fonteAumentar a fonte 07/02/2009
Breves e soltas no dia 07/02/2009
por Cezar Andrade Marques de Azevedo

www.cezar.azevedo.nom.br

DÊ TEMPO PARA O OUTRO COMO VOCÊ TEM TEMPO PARA VOCÊ

 “Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar; tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar; tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora; tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.” (Ec 3:1-8)

Podemos facilmente fazer de certos trechos da palavra de Deus letras mortas. Um deles é este acerca dos tempos. Lemos que há tempo para tudo, na prática temos uma batalha terrível contra a dispensação do tempo. Pior ainda, transformamos a batalha contra o tempo em dissensões e contendas, em rusgas e críticas, em chantagem emocional e manipulações perversas. Como fazemos isso?

Simples, não nos conformando com tudo que foge da rotina temporal. Geralmente temos horário para tudo, para acordar e para trabalhar, para estudar e para almoçar, para lazer e para dormir. Então alguma coisa muda, exigindo alterações em nossos horários. É quando nos exasperamos, irritamos quem está conosco, perturbamos aos outros porque fomos perturbados em nosso ponto de conforto. Nesta hora esta palavra de Deus se torna letra morta e não descansamos enquanto não fazemos tudo voltar ao que era antes.

Somos ainda mais ríspidos quando alguém a quem amamos muda seus horários afetando os nossos. Então fazemos todo tipo de chantagem emocional e manipulações perversas até que ele se acomode novamente em nossos horários, tudo para não sairmos de nosso ponto de conforto.

O que não entendemos é que os tempos são regulados por Deus, não por nós. Deus moldou os tempos para que nós andemos em “novidade de vida” (Rm 6:4), mesmo porque o Senhor preparou boas obras para que andássemos nelas (Ef 2:10).

Um caso comum deste tipo de mudança é a alteração de horário entre marido e mulher. Muitas vezes um e outro precisam se dedicar a uma atividade qualquer, geralmente associada ao trabalho, mas também poderia ser de ordem espiritual. Então aquele que mantém sua rotina se sente incomodado, irritado, começa a azucrinar o outro, cobrar-lhe presença. Se porta como um bebê que lhe tiraram o pirulito. Nesta hora ele simplesmente não concorda com os tempos de Deus, antes quer que seu tempo prevaleça.

Nós precisamos aprender que bom é a rotina, mas não temos direito de exigir que a rotina seja uma forma que impeça o fluir da vida. Antes precisamos entender que a rotina é uma regra, contudo ela será quebrada tantas vezes quanto necessária. Quando isso acontecer, cabe-nos apenas nos ajustar e ajudar nosso conjugue a se realizar na sua rotina. Uma hora os dois se encontram novamente na mesma rotina, então um poderá contar ao outro o quanto realizou fora da rotina, fazendo que a nossa rotina seja preenchida com histórias de trabalho e êxito de nosso conjugue.

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