Diminuir a fonteAumentar a fonte 18/06/2011
Convocando santos à batalha final
por Cezar Andrade Marques de Azevedo
www.cezar.azevedo.nom.br

Do mundo são; por isso, falam do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro. (I Jo 4.5,6)


Se pudermos identificar qual é o curso deste mundo (Ef 2.2), ou seja, qual é a percepção comum a todos os homens naturais, está percepção é a de que a verdade se tornou relativa. Não há mais uma única forma de pensar, cada um faz como bem entende. E este tipo de atitude não é típico desta época, ocorre sempre que surge uma geração que não conhece o seu Deus, muito menos as obras que o Senhor realizou nos tempos antigos (Jz 2:10). Em tempos assim repete o que já acontecera com Israel: “cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos” (Jz 21.25b). O certo é que cada geração passa pelo mesmo problema porquanto todo ser nascido de mulher vem ao mundo sem o conhecimento de Deus, pois “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura” (I Co 2:14).

O problema se torna ainda maior quando no meio do povo de Deus não há convergência no entendimento da vontade do Senhor. A proliferação de igrejas, a massificação de pregações e ensinos da palavra de Deus nos meios de comunicações, tais como internet, televisão e rádio, têm feito aumentar vertiginosamente aquilo que Paulo chamou de “ventos de doutrinas” produzidas por homens astutos e fraudulentos (Ef 4:14). A situação chegou a tal ponto que nem mesmo dentro de uma mesma igreja se consegue um mesmo entendimento acerca da palavra de Deus, mesmo porque enquanto o pregador ministra a palavra de Deus, o ouvinte analisa o que está sendo dito, em tempo real, com sua Bíblia de estudo. E há Bíblias de estudo para todos os gostos, àquelas com grifes as quais levam nome de pastores ou teólogos proeminentes e outras temáticas. Assim temos a Bíblia de Scofield ou de Sheed, de estudo panorâmico ou de aplicação pessoal; específica para os jovens, para as mulheres ou para os líderes; temática como a pentecostal, da prosperidade, do avivamento, da mulher vitoriosa, do obreiro, da batalha espiritual e da vitória financeira, de louvor e adoração,

Diante desta profusão de interpretações da Bíblia, a confusão se agrava ainda mais porque homens de Deus que eram referencias por suas pregações, posturas e posicionamentos, vieram a cair pelos mais diferentes motivos, dentre o principal, por adultério. Como resultado, qualquer que se proponha a pregar a verdade é visto com ressalvas. Como se não bastasse tudo isso, criou-se a cultura de associar a pregação da palavra de Deus ou o ensino das escrituras com a vendagem de literatura e materiais correlatos. Gasta-se mais tempo fazendo propaganda do que se tem a oferecer que na exposição da palavra de Deus. E para complicar ainda mais este quadro do momento em que estamos vivendo, temos ainda a perspectiva escatológica, na qual, por se esfriar o amor, a iniquidade está aumentando vertiginosamente, não só no mundo em geral, como também no arraial dos santos, porquanto o amor a Deus, aos irmãos e aos perdidos está se esfriando muito rapidamente (Mt 24:12).

Este quadro todo seria desolador se não fosse o fato que em todas as épocas da história sempre houve um remanescente no meio do povo de Deus que se constitui fiel à palavra de Deus e tem ouvido para ouvir a voz do Espírito Santo. São os sete mil que nunca dobram o joelho a Baal (Rm 11:4). É a estes que dirijo minhas palavras, porquanto estes são os fieis da terra a quem os olhos do Senhor estão buscando continuamente, visto andarem no caminho reto e não medem esforços para servir ao Senhor (Sl 101:6). Estes não se deixam enredar pelos que tentam relativizar a palavra de Deus, nem se intimidam diante dos ventos de doutrinas que assolam as igrejas, nem se perdem nos emaranhados de interpretações das escrituras, nem se abatem por causa dos homens de Deus que são feridos no campo de batalha, nem se deixam impressionar pelo mercantilismo que tem se tornado as igrejas, nem se permitem esfriar seu primeiro amor pelo Senhor que lhes redimiu, lhes selou e lhes conduz para a glória.

Meu amado irmão e irmã em Cristo Jesus, Maranata!

Creio que você, assim como eu, temos a firme convicção que somos peregrinos neste mundo, esta tem sido nossa confissão diuturnamente (Hb 11:13). Creio que você, assim como eu, compreendemos bem a exortação do apóstolo Paulo, no qual diz:

Isto, porém, vos digo, irmãos: que o tempo se abrevia; o que resta é que também os que têm mulheres sejam como se as não tivessem; e os que choram, como se não chorassem; e os que folgam, como se não folgassem; e os que compram, como se não possuíssem; e os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa. (I Co 7.29-31)

Declarar que não nos apegamos a este mundo significa que estamos colocando em prática nossa confissão que estamos esperando a pátria celestial, pois não “temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura” (Hb 13:14). A todos quanto temos esta esperança, exorto que tenhamos a consciência que a vida cristã não reside em buscar saúde perfeita e prosperidade contínua, antes em atentar para a lei perfeita da liberdade, perseverando nela, não se fazendo ouvinte esquecido (Tg 1:25).

Eu convoco você, meu amado irmão e irmã em Cristo a “a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 1.3). Permita-me dizer o seguinte: desde 1948 o inimigo de nossas almas tem mudado sua estratégia. Ele está tão seguro que o amor se esfria rapidamente, que são poucos os intercessores para lhe incomodar nos lugares celestiais, que teve a insensata petulância de enviar a terça parte de seus anjos malignos para a terra (Ap 12:4). Entenda bem, este texto não diz respeito a quantos anjos maus acompanharam Satanás em sua queda, pelo contrario, declara o movimento deste terrível exército maligno para a terra com o objetivo precípuo de impedir o arrebatamento da igreja, porquanto Satanás está posto diante da igreja em glória buscando tragar o filho varão que há de ser arrebatado (Ap 12:4).

Todos estes preparativos das hostes malignas visam se preparar para a terceira maior batalha de toda a história do universo (Ap 12:7), batalha esta que visa impedir o arrebatamento da igreja. A segunda maior batalha do universo será a de Armagedon, quando Cristo voltará em glória para Israel (Ap 16:16) e a primeira maior batalha do universo será a batalha de Gogue e Magogue, no final do Milênio, quando Satanás será solto por um pouco de tempo, para então ser lançado no lago de fogo e enxofre, sua prisão eterna (Ap 20:3,7-10).

O que quero lhes dizer com isso, amado irmão e irmã, fieis no Senhor, é que a parte que nos cabe nos preparativos para o arrebatamento são duas: a primeira diz respeito a necessidade premente de levantar intercessores entre nós, não intercessor no sentido ordinário do termo, mas intercessor que seja capaz de orar com dores de parto com o propósito de gerar uma geração de cristãos transformados, seguindo o exemplo do apóstolo Paulo: “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós” (Gl 4.19). Esta necessidade decorre do que está escrito acerca da mulher vestida de glória (a igreja) que anseia por ver manifesto o filho varão (que há de ser arrebatado do seu seio), conforme está escrito: “E estava grávida e com dores de parto e gritava com ânsias de dar à luz” (Ap 12.2).

A segunda parte que nos compete é o de conhecermos a palavra para sermos transformados pelo poder de Deus nos termos de Rm 12:1,2, no qual está escrito:

Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Rm 12.1,2)

São para estas duas jornadas que lhe convoco a entrar em contato comigo. Logo abaixo há um link no qual você pode entrar em contato comigo, contando-me dos seus anseios para a época em que vivemos e para este chamamento de intercessão e transformação. Escreva-me.

Pastor Cezar Azevedo

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