Diminuir a fonteAumentar a fonte 01/03/2012
Mundo, uma aldeia global maligna
por Cezar Andrade Marques de Azevedo

www.cezarazevedo.com.br

Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, (II Ts 2.3)

O planeta terra foi transformado em um imenso parque de diversão. A cada dois anos temos um evento de relevância mundial, pois se alternam as olimpíadas e o futebol. Cada um destes eventos é visto por mais de um bilhão de pessoas, na imensa cadeia global que se tornou o mundo. Em nível local aumenta a oferta de entretenimento, inclusive os shopping center se transformam em local de encontro e descontração. É notório o modo como os brasileiros extravasam suas energias nas noitadas carnavalescas, que avançam dia adentro. Para os que preferem o sossego do lar, podem se entreter com os jogos de vídeo games, filmes, novelas e outros programas dos mais variados. Acordar cedo, nem pensar. Se o sol já está posto, no calor de sua luz, então se avança o relógio por uma hora, pois o período da tarde é mais propício para a famosa happy hour, nos bares da cidade.

Já o trabalho é preciso de compenetração, afinal as exigências para entrega de resultados é cada vez mais crescente. Os planejamentos estratégicos das empresas resultam em indicadores com metas cada vez mais arrojadas, pressionando toda a equipe a manter o máximo de sua performance. A concorrência predatória faz do mundo empresarial uma terra de cão, cada um cuidando de sua própria sobrevivência. O cliente é disputado palmo a palmo, o que aumenta seu mercado o faz em detrimento de outro menos capaz. O fornecedor está disposto a conceder crédito, todavia em atrasando os pagamentos, os juros se tornam extorsivos. Na seara dos colaboradores, os empregados suam a camisa para ganhar seu sustento, todavia estes são tempos trabalhosos, visto que aumenta geometricamente a infidelidade aos contratos de parte a parte.

Nas relações sociais, a família é cada vez mais relegada ao segundo plano. Os casamentos se dissolvem na velocidade da luz, os ajuntamentos são cada vez mais estranhos, filhos de mesmos pais, mães diferentes; mesma mãe, pais diferentes, tudo sob o lema – casam-se e dão-se em casamento. Não são poucos os casais que preferem as relações abertas, podem dormir entre eles ou com qualquer outro, tanto faz. Há ainda aqueles que preferem estar com os seus pares, do mesmo sexo. Nada mais é proibido, tudo é possível, cada um faz o seu jeito de viver, seja com o uso de drogas, álcool ou quaisquer lenitivos que abafem a voz de sua consciência. Ademais, as pessoas, para se tornarem seres distintos dos seus semelhantes usam a pele de seus corpos para criar verdadeiras telas, pintada com as mais extravagantes imagens. Os que não conseguem resolver seus conflitos de forma amistosa não medem mais o grau de violência que são capazes, não é mais estranho um membro da família dizimar todos os demais, tentando, inclusive, tirar sua própria vida. Parece haver uma disputa no ar de quem pode ser mais macabro.

Não é de hoje que o mundo é assim, sobre Ló lemos: “...este justo, habitando entre eles (Sodoma), afligia todos os dias a sua alma justa, pelo que via e ouvia sobre as suas obras injustas” (II Pd 2.8). O cristão que tem a noção dos valores do reino de Deus não consegue se conformar com este mundo envolto em trevas, assim como Ló, não há como presenciar o avanço do mal e permanecer insensível.  Também não foi diferente dos dias de Noé. Daquela época lemos: “A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência” (Gn 6.11), pois “toda imaginação dos pensamentos de seu coração (dos pré-diluvianos) era só má continuamente” (Gn 6.5). Estas coisas se repetem porque “... nada há novo debaixo do sol” (Ec 1.9). O homem é quem ele é, pecador, rebelde aos desígnios divinos, sempre pronto a cometer toda sorte de atrocidade, desde que possa tirar algum proveito para si.

Todavia o homem não está só em sua impiedade, pois o “... espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que está já no mundo. (I Jo 4.3). Sabemos disso porque, mesmo nós, antes de conhecer a Cristo, andávamos “... segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência” (Ef 2.2). A característica maior de se estar influenciado por esta corja é o de andar segundo o desejo de sua própria carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos (Ef 2.3), isto é, agindo em conformidade com seu próprio ego. Estes que fazem sua própria vontade estão “... andando em dissoluções, concupiscências, borracheiras, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias:  (I Pd 4.3). Não tem a menor noção espiritual das implicações de seus atos, pois o “caminho dos ímpios é como a escuridão; nem conhecem aquilo em que tropeçam” (Pv 4.19).

Uma coisa é certa, o mundo caminha a passos largos para o encontro com o anticristo. Este personagem será a entronização do mal em sua carga máxima na esfera humana, por isso ele será conhecido como “... o homem do pecado, o filho da perdição” (II Ts 2.3). Todavia no início não será assim, antes ele alcançara lugar de destaque no cenário mundial virá “...caladamente e tomará o reino com engano” (Dn 11.21), ademais, “... usará de engano; e subirá e será fortalecido com pouca gente” (Dn 11.23). É só traduzir engano por ações de marketing para entender como se revelará o anticristo, as legiões que seguem os jogadores de futebol, artistas e pop star nos dão uma pálida demonstração de como será a procissão atrás daquele que virá em seu próprio nome (Jo 5.43). O mundo não está se globalizando sem razão, antes quando se formar dez esferas de governo, do tipo MERCOSUL, NAFTA ou Mercado Comum Europeu, então se cumprirá: “E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão o poder como reis por uma hora, juntamente com a besta” (Ap 17.12). Portanto os governos mundiais são como o curso de um rio que corre para o mar, no final de tudo, seus poderes serão entregues ao anticristo.

E sabe o que é mais impressionante nisso tudo? A ingenuidade de muitos cristãos, com olhos fitos nas políticas partidárias, crendo que as boas intenções dos governantes vai lhes prover um mundo melhor. Alegam que a tecnologia e a globalização vieram para facilitar nossa vida, mal sabem eles que esta mesma tecnologia será usada para tatuar a mão e a testa dos habitantes da terra. Neste dia quem não tiver a marca 666 tatuada, será posto a margem da sociedade, pois “a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome” (Ap 13.16,17). Uma coisa é certa, a tatuagem simplória de hoje é um treinamento para aquele fatídico dia. Pense nisso!

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“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm 6:23)

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