Diminuir a fonteAumentar a fonte 30/10/2010
É preciso conhecer o fim do assunto
por Cezar Andrade Marques de Azevedo

www.cezar.azevedo.nom.br

“O reino, e o domínio, e a grandeza dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo. O seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. Aqui é o fim do assunto.

Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram e o meu semblante se mudou; mas guardei estas coisas no coração.” (Dn 7:27,28)

Talvez uma das grandes fraquezas no ministério de ensino da igreja seja a falta de instrução acerca dos fins dos tempos. Podemos comparar o que acontece com a história do sapo. Segundo consta, se colocarmos um sapo em um caldeirão com água e o aquecermos, à medida que o calor aumenta, o sapo vai se sentindo bem, contudo, após a água passar de uma dada temperatura, ele se torna incapaz de pular fora. Se considerarmos que Jesus está voltando, haverá de tocar a trombeta para a igreja subir e se encontrar com Ele nos ares, como a igreja está se deixando prender pelos cuidados desta vida e sedução das riquezas, por estarem despercebido, poderá confundir o toque da trombeta com um trovão e não subir. Esta questão de confundir o toque da trombeta com um trovão não é uma força de expressão, já aconteceu antes. Vamos ler o texto:

“Se alguém me quiser servir, siga-me; e onde eu estiver, ali estará também o meu servo; se alguém me servir, o Pai o honrará. Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas para isto vim a esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Veio, então, do céu esta voz: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei.

A multidão, pois, que ali estava, e que a ouvira, dizia ter havido um trovão; outros diziam: Um anjo lhe falou.

Respondeu Jesus:

Não veio esta voz por minha causa, mas por causa de vós.” (Jo 12:26-30)

Note que soou a voz de Deus a partir do céu, contudo a multidão se dividiu, parte entendendo ter sido um trovão, outra dizendo que um anjo havia falado. Creio que o mesmo ocorrerá no dia do arrebatamento, porquanto haverá um soar de trombeta no céu, alguns dirão ser um trovão, outros vão ouvir distintamente algo como está escrito:

“Mas à meia-noite ouviu-se um grito:

Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!” (Mt 25:6)

O fato é que o Senhor Jesus foi preparar-nos lugar e, quando ele estiver pronto, virá nos buscar (Jo 14:1-3). O que nos chama atenção é que Paulo esteve em Tessalônica por três sábados, sendo obrigado a fugir para salvar sua vida por causa da perseguição movida pelos judeus cheios de inveja (At 17:2,3). Depois disso Paulo enviou duas cartas a igreja de Tessalônica, na segunda ele escreveu:

“Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos-vos, irmãos, que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto. Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição,
...
Não vos lembrais de que eu vos dizia estas coisas quando ainda estava convosco? E agora vós sabeis o que o detém para que a seu próprio tempo seja revelado.” (II Ts 2:1-3,5,6)

Observe que com três semanas de ministração, Paulo não só ensinara os rudimentos básicos da fé, como também fizera minuciosa exposição acerca da vinda de Cristo e das implicações da ação do anticristo em oposição aos propósitos de Deus. Hoje é possível encontrarmos cristãos com mais de vinte anos desde sua conversão que pouco sabe acerca da volta do Senhor, muito menos das pretensões do anticristo. Por conseguinte o resultado é uma igreja enfraquecida em sua fé, despreparada para lidar com as questões que são afetas as nações cujas implicações refletem na sua própria preparação para a volta do Senhor.

Há uma preocupação, por exemplo, crescente com a prosperidade material. Esta preocupação não leva em conta dois fatores, o primeiro a seguinte instrução dada pelo Senhor:

“Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam.” (Mt 6:19-20)

O outro fator diz respeito ao planeta terra. Vamos ler:

“mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios. Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.” (II Pd 3:7,8)

A palavra profética coloca todas as coisas em sua devida perspectiva, quando a compreendemos, percebemos que estamos no mundo, mas não pertencemos a ele, que somos peregrinos esperando pelo novo céu e nova terra.

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“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm 6:23)

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