Diminuir a fonteAumentar a fonte 24/03/2011
Socorro aos necessitados
por Cezar Andrade Marques de Azevedo

www.cezar.azevedo.nom.br

Ouvindo, pois, Abrão que seu irmão estava preso, levou os seus homens treinados, nascidos em sua casa, em número de trezentos e dezoito, e perseguiu os reis até Dã. Dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus servos, e os feriu, perseguindo-os até Hobá, que fica à esquerda de Damasco. Assim tornou a trazer todos os bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os bens dele, e também as mulheres e o povo. (Gn 14:14-16)

Ló não era irmão, mas sobrinho de Abraão, contudo laços de sangue os uniam ao ponto de Abraão considerar Ló seu irmão. Nós também estamos cercados por uma infinidade de pessoas a quem tratamos por irmãos, porquanto partilhamos da mesma fé em Jesus Cristo. Nossos irmãos nem sempre nos são íntimos como gostaríamos, tal como Ló de Abraão, que se afastara um do outro porque suas riquezas não lhes permitiam partilhar o mesmo solo. Nossos irmãos muitas vezes fazem escolhas que não gostaríamos, assim como Ló, que escolheu as campinas de Sodoma e Gomorra, a qual, sabendo hoje a história, estava fadada a ser destruída pelo Senhor por causa da imensidão de seus pecados.

Do mesmo modo que Ló, vivemos em um mundo destinado ao fogo do juízo divino (II Pd 3:7). Contudo este mundo, tal como o conhecemos, mesmo jazendo no Maligno (I Jo 5:19), pode ainda se tornar pior. Não demorou para que os reinos capitaneados por Anrafel, rei de Sinar, Arioque, rei de Elasar, Quedorlaomer, rei de Elão, e Tidal, rei de Goim (Gn 14:1), se levantassem contra Sodoma e Gomorra, cujo embate afetou profundamente a família de Ló, vindo este a ser prisioneiro. Ló e sua família até então viviam tranqüilos, mal sabendo eles que um plano maligno estava sendo arquitetado fora dos limites do país onde ele habitava, vindo a causar-lhe grandes transtornos.

E nós? Estamos no Brasil, país agraciado por Deus pela paz em relação a seus vizinhos e generosidade da terra na produção de alimentos. Poderíamos viver indefinidamente assim, se não fosse o nervoso movimento das nações. Os países árabes assolados por revoluções cujos desfechos são imprevisíveis; a Líbia acossada pelas forças da OTAM; o Japão devassado por um grande terremoto, seguido de Tsunami e diversos tremores de terra, agravado pelo vazamento de material radioativo. O reflexo de todos estes movimentos será o agravamento da crise financeira internacional, o encarecimento das fontes de combustíveis, com consequente aumento da pressão inflacionária. Não vai demorar muito para ouvirmos, tal como Abraão, sobre as dificuldades de nossos irmãos neste novo contexto geoeconômico.

Abraão, tão logo soube que Ló fora vítima e se tornara prisioneiro em campo de batalha, enviou 400 dos seus melhores homens para livrá-lo, resgatando-o juntamente com toda sua família. O que observamos neste momento tão delicado é que o exército de Abraão estava preparado para uma hora como esta porquanto fora previamente treinado. E neste particular devemos fazer uma reflexão com base na seguinte leitura:

“E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef 4:11-13)

A função do corpo ministerial é o de capacitar os santos, entre outras coisas, para a obra de seu ministério. Tiago já declarara alguns aspectos desta obra:

“A religião pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo.” (Tg 1.27)

Muitas igrejas tem dado prova de seu envolvimento no auxilio às viúvas, como o de prover uma residência a uma irmã que, em que encontrada em sua viuvez, precisa de uma casa para morar. Se a crise aumentar de intensidade, como tudo indica que vai, este tipo de necessidade aumentará vertiginosamente. Não será somente uma família que precisará de ajuda, mas um grande contingente. Então será a hora de sabermos se fomos realmente treinados para ir em auxílio dos necessitados, tal como Abraão conseguira mover os 400 para socorrer Ló.

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“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm 6:23)

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