Diminuir a fonteAumentar a fonte 02/03/2012
Tenhamos um coração disposto a servir
por Cezar Andrade Marques de Azevedo

www.cezarazevedo.com.br

“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo?” (Mt 24.45)

Servo não é uma palavra popular hoje em dia, o planeta está se tornando rapidamente terra de muitos caciques para poucos índios. Ser servo significa abnegar-se da própria autonomia pessoa e subordinar-se à vontade de outra pessoa. Na época da igreja primitiva era exigido do servo o serviço compulsório e sem alívio, seja no lar ou nas obras públicas.

O servo poderia receber uma posição de autoridade e comando como se nota no seguinte texto: ““Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo?” (Mt 24.45).

O servo devia obediência absoluta a seu senhor, como se lê: “pois também eu sou homem sob autoridade e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu criado: faze isto, e ele o faz” (Mt 8.9).

O servo não podia esperar retribuição ou agradecimentos: “Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer” (Lc 17.10).

O senhor tinha poder absoluto sobre a vida do servo: “E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher, e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse” (Mt 18.25).

O servo não podia deixar de servir ao seu senhor em função do caráter deste: “Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor ao senhor, não somente ao bom e humano, mas também ao mau” (I Pd 2.18).

No Novo Testamento não foi feito nenhuma censura a distinção social entre servos e senhores, livres ou escravos: “Vós, servos, obedecei em tudo a vosso senhor segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus” (Cl 3.22).

Talvez alguém se pergunte: mas que cristianismo é este, em que o homem perde a liberdade de servir a quem ele bem entende? Não podemos nos esquecer que antes de sermos servos do Senhor, éramos escravos do pecado: “Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues” (Rm 6.17). Por imposição do pecado éramos forçados a obedecer a lei: “Mas, agora, estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra” (Rm 7.6).

Por força do pecado éramos obrigados a servir a outros deuses: “Mas, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses” (Gl 4.8); éramos obrigados a servir por medo da morte: “e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Hb 2.15); mudávamos de comportamento por imposição da fome: “Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos símplices: (Rm 16.18); nos entregávamos inteiramente a extravazar nossos pecados: “Porque também nós éramos, noutro tempo, insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros” (Tt 3.3).

O Senhor nos redimiu do pecado, pagando Ele próprio o preço de nossa redenção por seu sacrifício na cruz, assim, servir a Cristo é de fato estar livre: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres” (Jo 8.36). Se tornar servo de Cristo é a mais profunda forma de auto-humilhação, da qual o próprio Senhor nos deu exemplo: “e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz” (Fl 2.8). Colocar-se a serviço de Deus e de nossos irmãos é o grande princípio instituído pelo Senhor: “e qualquer que, entre vós, quiser ser o primeiro, que seja vosso servo” (Mt 20.27). Tenhamos, pois, o coração disposto a servir.

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“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm 6:23)

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